09/Setembro (Vila Velha – Cumuruxatiba)
Acordamos logo cedo e tomamos um belo café-da-manhã, um velo serviço dessa pousada, colocamos as coisas no carro e finalmente seguimos sentido Vitória. A princípio a gente preferia passar por fora de Vitória mas acabamos passando por dentro e a beira mar da cidade, onde as pessoas olhavam curiosamente para a toyota carregada daquele jeito, até fomos escoltados por uma menina que o pai tinha um jipe e estava indo para a faculdade e se empolgou com nossa viagem. Entregamos adesivos e partimos rumo norte pela BR-101, passando por Linhares, São Mateus e finalmente o sul da Bahia, o tempo não tinha melhorado ainda, a chuva e as nuvens continuavam a nos seguir e insistia em estar sempre ao nosso lado. Adentrando o sul da Bahia até Teixeira de Freitas pela BR-101 e de lá seguimos para o litoral na direção de Alcobaça, uma estrada belíssima e muito boa, bastante tranqüila e asfalto muito bom. De lá seguimos sentido norte passando direto por Prado até o asfalto acabar e finalmente a beira mar seguindo para Cumuruxatiba, nosso destino final nesse dia.
A estrada apesar de terra está bastante boa,
com algumas ladeiras e erosões pequenas mas de extrema beleza, a cada curva uma
parada para começar as sessões de fotografia, mas o tempo era curto e queríamos
chegar ainda na luz do dia na vila (que faz parte do município de Prado).
Rodamos um pouco consultando sobre preços das diárias que na beira mais são mais
caras, em torno de R$ 40 a 50 a diária para um casal, na temporada, em janeiro,
os preços sobem bastante e a procura é grande. Ficamos na pousada do Aleksandro
(Seu Natanael) fez um preço bastante razoável R$ 25,00 a diária para casal com
café-da-manhã (73) 573-1135
www.portonet.com.br/aleksandro.
Depois
de um banho, comemos um belo PF no Seu Manoel, esquina do centro onde parte os
ônibus para Prado e outras localidades, um restaurante bastante antigo com uma
excelente comida e uma cerveja gelada que caiu muito bem. Se tiver na região não
deixe de experimentar o peixe dali e tirar uns minutos de conversa com ele, que
está a 20 anos na vila, criando os filhos e vendo o progresso se aproximar.
A vila de pescadores cresceu muito, escutava a Monika a cada curva comentar, nossa como isso cresceu, nossa isso não existia, olha a casinha que ficamos a 13 anos atrás..... olha o pier caiu inteiro, isso já tem mais de 10 anos que não tem mais, é o progresso chegando em todos os lugares, até o calçamento da cidade o ano passado já chegou. Mas a beleza e a simplicidade do local ainda permanecem, com suas praias lindas e preservadas.. ainda bem!!
Lógico que chegamos na pousada e mais uma vez desmaiamos para acordar cedo e aproveitar para esticar as canelas no próximo dia.