Ilha Grande - RJ
Uma viagem a pé !

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Relato de um trekking de 4 dias cruzando a Ilha de leste a oeste
Como Chegar
O que Fazer
Onde Ficar
Dicas
Trekking pela Ilha


Chegada na Ilha (2o. dia)

Apesar do típico trânsito paulistano em busca de praias no Carnaval, fizemos em 8 horas, via Tamoios, Ubatuba, Paraty e finalmente Angra dos Reis. Desembarcamos na rodoviária e seguimos em direção ao caís, local de onde todos os barcos partem para aos mais variados pontos da Ilha (Araçatiba, Provetá, Aventureiro e Vila de Abrahão).

A caminhada até o cais foi de 15 minutos, há opção de circular e ônibus, mas já fomos aquecendo até lá. Nessa época você não terá muita opção de escolha de barcos e preços, depois de subirmos em dois ou três barcos, finalmente descobrimos um que nos deixaria na Praia Grande de Araçatiba. O preço dessa travessia foi de R$ 10,00 e para aqueles que seguiam até Aventureiros R$ 15,00.

Em torno de 1,5hs estávamos desembarcando na Praia de Araçatiba, onde tratamos de nos ajeitar para passar a primeira noite. Nessa praia há diversas opções de campings, todos com uma estrutura precária de chuveiro e banheiros. Há opções de pousadas, a Pousada do Toni nos pareceu simpática para aqueles que buscam uma certo conforto, além de servir refeições, bebidas geladas, tira-gosto e outras delícias que mal sabia nós iríamos sentir falta no decorrer dos dias.

Sábado de carnaval a agitação era grande na praia, como nossa proposta era outra, fizemos nossa comida, arrumamos as coisas e dormimos, pelo menos tentamos apesar do som que vinha do canto da praia.

Dessa praia partem trilhas para a praia de Provetá, nosso destino e parte Norte da Ilha.


Os preparativos (1o. dia)
Chegada na Ilha (2o. dia)
Início da trilha (3o. dia) - Domingo
Segundo dia da trilha (4o. dia) - Segunda-feira
Terceiro dia da trilha (5o. dia) - Terça-feira
Quarto dia da trilha (6o. dia) - Quarta-feira
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Complexo-Esturiano-Lagunar

É uma unidade ecológica pois em sua extensão de quase 200km é constante a presença de manguezais e mares interiores. Esses mares interiores que constantemente recebem água doce do continente, apresentam condições que merecem especial atenção, pois desempenham um importante papel como local de reprodução e viveiro para grande número de espécies marinhas, que mais tarde irão povoar os oceanos. Esse complexo é ainda uma fonte altamente produtiva de alimento à disposição do homem e dos animais. Essa região foi reconhecida como a terceira região de maior importância no mundo em termos de produtividade primária.