12/01/2002 – 17o dia

Havíamos deixado tudo marcado com o Fabiano e as 08:30hs partimos para o Parque, infelizmente o Moa estava com uma dor nas costas muito grande e passando mal do estomago,a Lori e ele resolveram ficar o dia descansando na pousada.

Passamos no centro de apoio que cobra 3,00 por pessoa e 25,00 a taxa do guia por dia e pelo grupo. O sol estava muito quente e céu bem aberto, Fabiano nos levou conhecer vários sítios arqueológicos e paisagens incríveis, fizemos uma caminhada de 2 horas num vale indo por dentro e retornando na beira desse cânion, visitando alguns pontos de pinturas rupestres.

O parque é extremamente organizado, limpo e com ótima estrutura, mas não oferece opção para hospedagem, alem de ser obrigatório o acompanhamento de um guia que precisa ser fechado em São Raimundo Nonato.

O dia todo ficamos no parque, retornando a cidade para apenas tomar banho e ir comer uma especialidade da comida no Piauí, a carne de bode. Amanha deixamos marcado para fazer uma trilha de jipe pelo parque e conhecer mais alguns pontos, afinal o Moa já havia melhorado e poderia conhecer um pouco do parque. 

13/01/202 – 18o dia

Mais uma vez partimos logo cedo para o parque, O Fabiano nos levou para um passeio com os Jipes pelas trilhas e sítios arqueológicos de pouca visitação, pois precisam de carros 4x4 para vencer alguns pontos na estrada. Nada de muita dificuldade, mas pudemos nos divertir em retirar da vala uma Parati que tinha enterrado ate o chassi na areia. Conhecemos a Bruxa da Capivara que recebeu esse nome de tão chata porque estávamos ajudando o pessoal para retirar a Parati e ela brigando e discutindo com a gente como se não soubéssemos nada sobre aquilo. A opinião do Fernando nessa hora prevaleceu e empurrando o carro para fora conseguimos tirá-los dessa situação embaraçosa.

Passamos por lugares belíssimos e pinturas incríveis onde pudemos chegar mais perto sem grade de proteção, fechamos o dia novamente na Pedra Furada, lanchonete e o mais importante sitio arqueológico do parque, o caldeirão. Foram 10 anos de escavação e mais de 1000 pinturas encontradas nas paredes da região. É desse lugar que vem o símbolo do parque, que na verdade tem esse nome mas nunca teve capivara nenhuma, o povo local que adotou esse nome e quando a região se tornou parque permaneceu o nome que o povo local estava acostumado.

Voltamos a cidade e mais uma vez comemos mais um prato típico do Piauí, uma galinha caipira muito deliciosa, sempre acompanhado do nosso guia Fabiano que a essas alturas já estava bem integrado ao grupo.

Inclusive nos levou para uma saída noturna e conhecer as festas da cidade, um lugar onde se toca, reggae, samba, axé, forró e assim vai.

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